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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Mais de um milhão de cidadãos europeus dizem não aos OGM


A primeira "Iniciativa de Cidadãos europeus" de sempre é entregue a John Dali - Comissário da UE da Saúde e da Política do Consumidor. Mais de um milhão de assinaturas cercam a peça de arte 3D que cobre 380 metros quadrados do pavimento.

Chegámos ao fim de uma corrida incrível para conseguir que 1 milhão de pessoas peçam uma alimentação segura e que paremos de cultivar organismos geneticamente modificados (OGM) na UE. Mas esta não é uma petição como as outras. Pela primeira vez estamos a usar os nossos direitos de cidadãos europeus sob o Tratado de Lisboa.



A Greenpeace, juntamente com a Avaaz entregaaram hoje, 9 de Dezembro de 2010, mais de 1 milhão de assinaturas ao comissário europeu da Saúde, John Dalli. Na verdade, ele foi o motivo que iniciou esta petição da Avaaz, isto porque em março, ele seguiu em frente com a autorização da controversa batata OGM, resistente aos antibióticos, apesar da oposição da opinião pública e das preocupações científicas.


Esta corrida tem batido muitos recordes: É a primeira "Iniciativa de Cidadãos Europeus" (ICE) entregue à Comissão Europeia após a adopção do Tratado de Lisboa. Mais de 1 milhão de pessoas assinaram a petição no prazo de 7 meses em 27 países da Europa e ultrapassamos os limites do número necessário de cada país em 12 estados membros! Isso é o dobro da quantidade necessária para a ICE tal como está agora.



Portanto, fica a questão para o comissário Dalli e para a Comissão Europeia: será que eles ouvem 1 milhão de cidadãos e vão responder às preocupações reais das culturas GM, ou vão ficar do lado da indústria agro-química? 
Se a Comissão não está disposta a agir, estamos preparados para explorar todas as opções disponíveis, incluindo as vias legais e ai precisamos do seu apoio!

Fonte: Greenpeace

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Estados da UE rejeitam sistema de decisão individual para transgênicos

Chantal Jouanno,secretária de Estado de Ecologia Francesa



Os ministros do Meio Ambiente da União Europeia (UE) rejeitaram por ampla maioria nesta quinta-feira a proposta da Comissão Europeia de deixar aos Estados a decisão de permitir ou não o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM) em seus territórios, o que permitiria desbloquear a situação.
A França mostrou-se inflexível com John Dalli, o comissário da Saúde do bloco, responsável pela questão.
"Não entraremos na discussão enquanto a Comissão não apresentar as propostas que respondam aos pedidos aprovados por unanimidade em 2008", afirmou a secretária de Estado de Ecologia francesa, Chantal Jouanno, durante uma reunião com os seus colegas em Luxemburgo.
"Os ministros do Meio Ambiente da UE pediram por unanimidade, em dezembro de 2008, o fortalecimento da avaliação dos OGM, uma análise das consequências socioeconômicas do cultivo e um fortalecimento da Agência Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA), cuja função tem sido questionada. Nada disso foi feito", recordou Jouanno.
O alemão Norbert Rottgen também criticou a proposta de Dalli, que para ele "questiona o mercado interno".
Luxemburgo e Finlândia também rejeitaram a ideia.
Apenas a Holanda se mostrou satisfeita, enquanto os outros Estados se reservaram o direito de anunciar em breve uma decisão definitiva.
Apenas dois transgênicos são cultivados atualmente na UE: o milho 810 do grupo americano Monsanto, que espera a renovação da autorização, e a batata Amflora, do grupo alemão BASF. Outros 15 OGM, em sua maioria sementes de milho, precisam de autorização de cultivo.

Fonte: AFP


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