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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

EFSA : Os estudos de toxicidade dos OGM passam a durar dois anos

Até parece que a EFSA, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, não quer que ninguém saiba. Isto porque foi muito discretamente que no último dia de julho a agência fez uma declaração considerada de "muito importante" pela euro-deputada Corinne Lepage.

Trata-se dos novos princípios directores para os estudos sobre o risco de câncro e / ou toxicidade dos alimentos integrais, uma vez que tenham sido comercializados. Nada muito empolgante à primeira vista. No entanto, este documento modifica a duração dos estudos futuros a dois anos, contra os anteriores 90 dias (tempo definido no final de 2011).

"Na formulação dos seus princípios directores, a EFSA teve em conta as opiniões de peritos dos Estados-Membros da UE, que foram consultadas através da rede de avaliação científica dos riscos dos OGM", disse a autoridade no seu comunicado.

O CRIIGEN (Comitê de Pesquisa e Informação Independente sobre Engenharia Genética) aplaude com as duas mãos. O seu Presidente do Conselho Científico, o Professor Gilles-Eric Séralini, saúda "o despertar da consciência para a saúde pública que pedimos há quinze anos."

Ele é o autor de um estudo controverso sobre a toxicidade do milho transgénico NK603 da Monsanto, geneticamente modificado para ser tolerante ao herbicida Roundup. Os ratos que tinham consumido este milho durante dois anos desenvolveram tumores significativos. Mas a validade do estudo foi rejeitado pela EFSA em setembro de 2012, em parte porque a duração tinha sido considerada ilegal...

Fonte : TerraEco.net

Tradução livre : ZLO

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Estados da UE rejeitam sistema de decisão individual para transgênicos

Chantal Jouanno,secretária de Estado de Ecologia Francesa



Os ministros do Meio Ambiente da União Europeia (UE) rejeitaram por ampla maioria nesta quinta-feira a proposta da Comissão Europeia de deixar aos Estados a decisão de permitir ou não o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM) em seus territórios, o que permitiria desbloquear a situação.
A França mostrou-se inflexível com John Dalli, o comissário da Saúde do bloco, responsável pela questão.
"Não entraremos na discussão enquanto a Comissão não apresentar as propostas que respondam aos pedidos aprovados por unanimidade em 2008", afirmou a secretária de Estado de Ecologia francesa, Chantal Jouanno, durante uma reunião com os seus colegas em Luxemburgo.
"Os ministros do Meio Ambiente da UE pediram por unanimidade, em dezembro de 2008, o fortalecimento da avaliação dos OGM, uma análise das consequências socioeconômicas do cultivo e um fortalecimento da Agência Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA), cuja função tem sido questionada. Nada disso foi feito", recordou Jouanno.
O alemão Norbert Rottgen também criticou a proposta de Dalli, que para ele "questiona o mercado interno".
Luxemburgo e Finlândia também rejeitaram a ideia.
Apenas a Holanda se mostrou satisfeita, enquanto os outros Estados se reservaram o direito de anunciar em breve uma decisão definitiva.
Apenas dois transgênicos são cultivados atualmente na UE: o milho 810 do grupo americano Monsanto, que espera a renovação da autorização, e a batata Amflora, do grupo alemão BASF. Outros 15 OGM, em sua maioria sementes de milho, precisam de autorização de cultivo.

Fonte: AFP


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