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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Documentário "O Futuro da Alimentação"


O Futuro da Alimentação ou "The Future of Food" explora um pouco a história da evolução da agricultura no último século, expõe o sistema de agricultura industrial currente e os seus problemas ambientais (incluíndo o da saúde humana), sociais e económicos. Explica também como o processo da modificação genética funciona na criaçāo de organismos transgénicos e os riscos que os acompanham. Conclui com uma breve explicação da importância do movimento de agricultura biológica.


Na integra e 
legendado em Português

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Activistas anónimos encerram o website da Monsanto

O grupo activista Anonymous emitiu recentemente uma lista de exigências, dirigida à Monsanto, no vídeo a seguir:






Fonte: care2


quarta-feira, 9 de março de 2011

Tomate prestes a ser patenteado pela empresa Monsanto



Instituto Europeu de Patentes oferece cada vez mais controlo sobre mercado das sementes a empresas que já detêm o monopólio do sector.



Lisboa, 9 de Março de 2011 - Um estudo recente, encomendado pela coligação No Patents On Seeds e publicado hoje em Munique, revela que o Instituto Europeu de Patentes (IEP) tem a intenção de conceder mais patentes sobre as sementes, plantas e alimentos resultantes de processos de criação convencionais. O relatório denuncia que a divisão de análise do IEP informou, em Janeiro deste ano, a empresa de sementes Seminis, uma subsidiária da empresa norte-americana Monsanto que não há objecções de fundo ao seu pedido de obtenção de uma patente sobre tomates criados com métodos convencionais (EP1026942). O IEP mandou pareceres semelhantes a outros candidatos.

“Se esta tendência não for travada, dentro de poucos anos não haverá sementes no mercado que não estejam protegidas por patentes. Corporações como a Monsanto, Syngenta ou Dupont decidirão então quais as plantas cultivadas e quais os alimentos vendidos na Europa e o respectivo preço,” diz Cristoph Then, um dos porta-vozes da coligação No Patents On Seeds.

As conclusões do estudo surpreendem, dado que em Dezembro de 2010, baseado no precedente criado pelas patentes pedidas para Brócolo e Tomate, o Comité de Recurso do IEP deliberou que em geral os processos para a criação convencional de plantas não são patenteáveis. Uma decisão final sobre o caso do Brócolo é esperado nas próximas semanas. No entanto, a investigação recente mostra que é expectável que as patentes sobre plantas, animais, sementes e os alimentos provenientes dos mesmos vão continuar a ser concedidas na Europa. Segundo a interpretação da lei por parte do IEP, os processos de criação continuam a ser excluídos da protecção por patentes, mas paradoxalmente os produtos que resultam destes processos são patenteáveis.

“A proibição legal sobre patentes na área da criação convencional de plantas foi esvaziada pela prática corrente do Instituto Europeu de Patentes,” afirma Kerstin Lanje da Misereor, uma organização Católica para o desenvolvimento. “Mesmo antes da decisão final sobre a patente do Brócolo, o IEP continua o seu lóbi a favor das multinacionais. Estas grandes corporações terão carta branca para abusar sistematicamente as leis das patentes para obter controlo sobre todos os níveis da produção de alimentos. Isto também terá impacto nas pessoas nos países do Sul, que já hoje sofrem as consequências do aumento continuado do custo da alimentação.”

Segundo o estudo da No Patents On Seeds, não menos de 250 pedidos de obtenção de patente para organismos geneticamente modificados e cerca de 100 pedidos para plantas criadas convencionalmente foram registados junto do IEP em 2010. Os pedidos de patentes relativas à criação convencional de plantas estão a aumentar de ano para ano, liderados pela Monsanto, Syngenta e Dupont. Adicionalmente, cerca de 25 pedidos de patentes relativas à criação de animais deram entrada no IEP. Em 2010, este concedeu cerca de 200 patentes sobre sementes obtidas com e sem engenharia genética.

Governos como o alemão, organizações não-governamentais, associações de agricultores e criadores independentes na Europa e no mundo têm contestado a concessão de patentes sobre plantas e animais. A coligação No Patents On Seeds pretende intensificar o seu lóbi para uma redefinição da legislação europeia sobre patentes. Neste sentido é hoje lançado um novo apelo de subscrição da petição internacional contra as patentes sobre a vida, da qual a Campanha pelas Sementes Livres em Portugal é uma das primeiras signatárias.

Contactos
No Patents On Seeds: Christoph Then, Tel +49 151546380, info@no-patents-on-seeds.org; Kerstin Lanje, Kerstin.Lanje@misereor.de; Ruth Tippe, Tel + 49 1728963858, rtippe@keinpatent.de
Campanha pelas Sementes Livres: Lanka Horstink, sementeslivres@gaia.org.pt, +351 910 631 664



Fonte: GAIA




quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A Bulgária proíbe o milho ogm da Monsanto



O governo búlgaro anunciou hoje que passa a proibir o cultivo do milho geneticamente modificado MON 810 da  multinacional americana Monsanto.

O MON 810 é uma variedade de milho geneticamente modificado comercializado com o nome da marca YieldGard. Ele contém um gene da bactéria Bacillus thuringiensis que expressa uma toxina (toxina Bt), venenoso contra algumas pragas de insectos. Lêr no site Plataforma transgénicos Fora as provas que existem em relação aos riscos para a saúde humana.

Num comunicado à imprensa, o governo búlgaro justificou a sua decisão receando a contaminação ambiental, assim como a vontade de proteger a agricultura búlgara.
O milho MON 810 e a batata Amflora da alemã BASF são as únicas culturas OGM autorizadas na Europa.


A UE, no entanto, permite que cada Estado-Membro proiba, se assim o desejar, que se cultive ou não transgénicos no seu solo. Esta proposta continua a ser bastante criticada.


Mesmo se desde 1998 o MON 810 é autorizado na União Europeia, seis países - Áustria, Hungria, Grécia, França, Luxemburgo, e, mais recentemente a Alemanha, já o proibiram.
De que estamos à espera em Portugal?

domingo, 30 de janeiro de 2011

"A Vida fora de controlo"



A Vida fora de controlo (Life Running Out of Control) é um documentário sobre os perigos que a humanidade enfrenta, devido à irresponsável poluição genética que as empresas de biotecnología têm submetido ao planeta.

Aborda os esforços que as grandes multinacionais de biotecnología, como a Monsanto, têm realizado no sentido de controlar toda a produçao de sementes a nível mundial, a arrepiante manipulação genética que têm realizado em animais e plantas, o seu desejo em patentear todo o tipo de formas de vida, as consequências irreparáveis e imprevisíveis para os agricultores e para todos nós, que estes alimentos transgénicos têm vindo a causar.

Um documentário inquietante, que conta com a participação de Vandana Shiva, dando especial destaque à situaçao da India.



Vida fora de controlo (Narrado e Legendado em Português)


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A justiça dá razão a Séralini



Gilles-Eric Séralini mete em causa há anos a segurança do milho OGM da Monsanto


Ontem, terça-feira 18 de janeiro, o tribunal de Paris proferiu a sua deliberação no julgamento que opunha Gilles-Eric Séralini, investigador em biologia molecular da Universidade de Caen e Presidente do Conselho Científico CRIIGEN, e da Associação Francesa Biotecnologia Vegetal (AFBV), presidido por Marc Fellous. O tribunal condenou a AFBV a 1000 € de multa suspensa, a 1 € de indemnização (tal como tinha sido solicitado) e 4000 € em custos judiciais.

Corinne Lepage, presidente do CRIIGEN, mostrou-se muito satisfeita com esta primeira vitória, especialmente porque ela admite que não estava optimista após deixar a audiência que foi realizada a 23 de novembro de 2010. "Não poderemos mais pôr em causa as palavras dos denunciantes," disse ela. E acrescenta: "Pela primeira vez um denunciante não é defensivo, mas ofensivo."

Séralini tinha atacado a associação e o seu presidente no tribunal, afirmando que eles tinham difamado a sua pesquisa que punha em causa a segurança de diversos milhos transgênicos da Monsanto. De facto, em várias ocasiões a AFBV tinha tentado desacreditar o trabalho de Séralini.


Fonte: Infogm

Em abril do ano passado a página da zona livre no facebook tinha partilhado uma carta de apoio a Séralini.

Lêr a entrevista feita a Séralini pela "Revue durable" em português na Plataforma transgénicos Fora.

Lêr também o artigo sobre a relação entre agrotóxicos, transgénicos e morte de células-humanas no blog de Samantha Buglione.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Máquinas de guerra: Blackwater, Monsanto e Bill Gates



Uma informação de Jeremy Scahill publicada em The Nation (Blackwater's Black Ops, 15/9/2010) revelou que o maior exército mercenário do mundo, Blackwater (agora chamado Xe Services) vendeu serviços clandestinos de espionagem à mutlinacional Monsanto.

Blackwater mudou de nome em 2009, depois de ficar famosa no mundo pelas denúncias sobre seus abusos no Iraque, incluindo massacres de civis. Segue sendo o maior empreiteiro privado do Departamento de Estado dos Estados Unidos em "serviços de segurança", isto é, para praticar o terrorismo de Estado dando ao governo a possibilidade de o negar.

Muitos militares e ex-oficiais da CIA trabalham para Blackwater ou alguma das empresas vinculadas que criou para desviar a atenção de sua má fama e gerar mais lucros vendendo seus nefastos serviços -que vão desde informação e espionagem até infiltração, intrigas políticas e treinamento paramilitar- a outros governos, bancos e empresas trasnacionais. Segundo Scahill, os negócios com trasnacionais -como Monsanto, Chevron, e gigantes financeiros como Barclays e Deutsche Bank- são canalizadas através de duas empresas que são propriedade de Erik Prince, dono de Blackwater: Total Intelligence Solutions e Terrorism Research Center. Estas compartilham oficiais e diretores de Blackwater.

Um deles, Cofer Black, conhecido por sua brutalidade, sendo um dos diretores da CIA, foi quem fez contato com Monsanto em 2008 como diretivo de Total Intelligence, marcando o contrato com a companhia, para espiar e infiltrar organizações de ativistas pelos direitos dos animais, contra os transgênicos e outras sujas atividades do gigante biotecnológico.

Contatado por Scahill, o executivo Kevin Wilson de Monsanto negou-se a falar, mas posteriormente confirmou à The Nation que tinham contratado a Total Intelligence em 2008 e 2009, segundo Monsanto somente para fazer acompanhamento de "informação pública" de seus opositores. Disse ainda, que Total Intelligence era uma "entidade totalmente separada de Blackwater".

No entanto, Scahill conta com cópias dos correios eletrônicos de Cofer Black posteriores à reunião com Wilson de Monsanto, onde explica a outros ex agentes da CIA, usando seus endereços eletrônicos de Blackwater, que a discussão com Wilson foi que Total Intelligence se converteria no "braço de inteligência de Monsanto", espiando ativistas e outras ações, incluído "que nossa gente se integre legalmente nesses grupos". Monsanto pagou à Total Intelligence 127 mil dólares em 2008 e 105 mil dólares em 2009.

Não admira que uma empresa de "ciências da morte" como Monsanto, que se dedicou desde suas origens a produzir tóxicos e espalhar venenos, desde o Agente Laranja até os PCB (policlorobifenilos), agrotóxicos, hormônios e sementes transgênicas, se associe com outra empresa de capangas.

Quase ao mesmo tempo que a publicação deste artigo em The Nation, a Via Campesina denunciou a compra de 500 mil ações da Monsanto, por mais de 23 milhões de dólares pela Fundação Bill e Melinda Gates, que com isto acabou de sacar sua máscara de "filantrópica". Outra associação que não surpreende.

Trata-se de um casamento entre os dois monopólios mais brutais da história do industrialismo: Bill Gates controla mais de 90 por cento do mercado de programas patentados de computação e Monsanto cerca de 90 por cento do mercado mundial de sementes transgênicas e a maioria do mercado global de sementes comerciais. Não existem em nenhum outro rubro industrial monopólios tão vastos, cuja própria existência é uma negação do cacarejado princípio de "concorrência de mercado" do capitalismo. Tanto Gates como Monsanto são muito agressivos na defesa de seus ilegítimos monopólios.

Ainda que Bill Gates tente dizer que a Fundação não está unida a suas atividades comerciais, todo o que esta faz demonstra o contrário: grande parte de suas doações terminam favorecendo os investimentos comerciais do magnata, além de que na realidade não "doa" nada, mas, em lugar de pagar impostos ao tesouro público, investe seus lucros onde se vê economicamente favorecido, incluída a propaganda de suas supostas boas intenções. Ao invés, suas "doações" financiam projetos tão destruidores como a geoingenharia ou a substituição de medicinas naturais e comunitárias por medicamentos patentados de alta tecnologia nas zonas mais pobres do mundo. Que coincidência, o ex secretário de Saúde Julio Frenk e Ernesto Zedillo são conselheiros da Fundação.

Tal como a Monsanto, Gates se dedica também a tratar de destruir a agricultura camponesa em todo o planeta, principalmente através da chamada "Aliança para uma Revolução Verde em África" (AGRA). Esta funciona como cavalo de Tróia para despojar aos camponeses africanos pobres de suas sementes tradicionais, as substituindo por sementes das empresas primeiro, e finalmente por transgênicos. Para isso, a Fundação contratou em 2006, justamente a Robert Horsch, um diretor de Monsanto. Agora Gates, enxergando maiores lucros, se foi direto à fonte.

Blackwater, Monsanto e Gates são três faces da mesma figura: a máquina de guerra contra o planeta e a maioria da gente que o habita, quer sejam camponeses e camponesas, indígenas, comunidades locais, gente que quer compartilhar informação e conhecimentos ou qualquer outro que não quer estar na égide de lucro e destruição do capitalismo.

Silvia Ribeiro

Fonte: La Jornada.

Tradução: Diário Liberdade.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Wikileaks: E.U.A. quer forçar a Europa a aceitar os OGM



Documentos recentemente expostos pela Wikileaks revelam que os EUA têm estado a pressionar os países europeus para que estes aceitem os organismos geneticamente modificadas(OGM). Embora o apoio dos do governo dos EUA para com as empresas de biotecnologia não seja nenhuma novidade, os telegramas diplomáticos divulgados pela Wikileaks revelam alguns detalhes interessantes sobre o papel da Espanha como um aliado chave dos E.U.A.


Video do site americano Democracy Now sobre a Wikileaks e os OGM, com entrevista a Jeffrey Smith do Institute for Responsible Technology

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Milho OGM diminui em Portugal


Pela primeira vez desde 2005, a área cultivada com transgénicos foi mais pequena este ano do que no ano passado. Também pela primeira vez uma região "desapareceu do mapa": em 2010 o Algarve deixou de ter cultivos transgénicos (entre 2007 e 2009, ao arrepio da vontade política da região, apenas a Herdade da Lameira, em Silves, tinha cultivado anualmente entre 40 e 50 hectares de milho transgénico).



Ou seja, o gráfico diz tudo: a cultura de milho transgénico diminuiu em Portugal! 

Se o Ministério da Agricultura, em vez de promover uma tecnologia patenteada cujo lucro reverte directamente para multinacionais estrangeiras, desse atenção e apoiasse o desenvolvimento de processos e boas práticas capazes de resolver de forma ecológica e sustentável o problema da broca do milho, o milho OGM dexaria de ter qualquer interesse para os agricultores portugueses.

Todos os gráficos foram construídos com base nos números oficiais sobre transgénicos publicados pela Direcção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Ministério da Agricultura.

domingo, 28 de novembro de 2010

Derrota da Monsanto na Alemanha




A Monsanto e o lobby pró-OGM sofreram uma grande derrota na Alemanha. 
O Tribunal Constitucional Federal reafirmou a 24 de Novembro de 2010, a legitimidade da legislação alemã, que estabelece uma abordagem preventiva dos OGMO tribunal alemão reconhece também os riscos desconhecidos de OGM a longo prazo.

O ataque da Monsanto

Em 2005, um dos 16 estados alemães, Saxónia-Anhalt, apoiado por um advogado da Monsanto (Freshfield & Co), entrou com uma acção judicial contestando a legislação alemã sobre os OGM. Em particular, ele atacou-se ao regime de responsabilidade estrita assim como o registo público obrigatório da localização exacta dos campos de ensaios de OGM. O lobby pró-OGM afirmou que a legislação impedia que os agricultores plantassem OGM e, portanto, violava a Constituição.

Após 5 anos de deliberações, o supremo tribunal alemão reiterou que os riscos dos OGM a longo prazo são desconhecidos devido à falta de dados científicos. Portanto, o governo alemão tem a obrigação de agir com prudência para proteger o ambiente para as gerações futuras.

Na sua decisão o juiz repetiu várias vezes que a engenharia genética altera a estrutura da própria vida, o que pode ter efeitos irreversíveis. Portanto, um alto nível de cuidado em torno do cultivo e comercialização de OGM é perfeitamente legítimo.



Registo público obrigatório

Um dos alvos da acção do lobby  pró-OGM punha em causa o registo obrigatório e público da localização de campos de ensaio de OGM. O tribunal confirmou que o registo, tal como existiu até agora é muito importante no contexto de uma sociedade democrática e pluralista. Para os juízes, o registro também fornece um meio para informar a sociedade e contribui para o processo de debate público.


A responsabilidade estrita

Outra medida contestada pelo lobby OGM foi o regime de responsabilidade estrita ou objectiva. Na Alemanha, um agricultor que planta transgénicos é considerado responsável se contaminar um campo próximo. O Tribunal Constitucional Federal alemão mantém as regras da responsabilidade objectiva, e especifica que os OGM têm impactos negativos sobre a agricultura biológica.

A decisão do tribunal alemão está em perfeita harmonia com o recente acordo alcançado na Organização das Nações Unidas durante a reunião em Nagoya no Japão sobre Biossegurança. Os países podem agora adoptar uma responsabilidade nacional para cumprir as suas obrigações ao abrigo do Protocolo de Biossegurança.


A decisão na Alemanha e o acordo de Nagoya, devem incentivar outros países a adoptar um regime de responsabilidade objectiva para a contaminação causada por transgênicos semelhante ao da Alemanha.

Adaptado de um blog escrito por Stephanie Towe-Rimkeit, militante responsável da campanha agricultura sustentável da Greenpeace na Alemanha.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Como o mercado das sementes é controlado pela Monsanto, Syngenta, Bayer, Dow e Dupont






Gráfico mostra como apenas cinco gigantes da biotecnologia aumentaram o seu controle sobre o mercado global de sementes, promovendo a monocultura e tornando mais difícil para os agricultores  encontrar fontes alternativas de sementes



Desde meados dos anos 1990 apenas cinco gigantes da biotecnologia - Monsanto, Syngenta, Bayer, Dow e DuPont - compraram mais de 200 outras empresas, o que lhes permite dominar o nosso acesso a sementes.

Philip Howard da Michigan State University, produziu um visual único para ilustrar esta crescente concentração de poder nas mãos de poucas empresas. Segundo Howard o monopólio do mercado de sementes tem sido "dramático" e que é cada vez mais difícil para os agricultores encontrar alternativas.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Fundação Gates investe na Monsanto


Antes não era propriamente um segredo, mas agora é oficial. A Fundação Gates acabou de comprar um enorme stock de 500 mil acções da Monsanto.

Não há nada de errado com a compra de acções. Mas este é mais um passo duma longa linha de acções da Fundação Gates, na qual defende as políticas e tecnologias agrícolas que beneficirão diretamente o lucro da Monsanto e espremem as pessoas mais vulneráveis da terra: os agricultores que tentam subsistir à fome nos países subdesenvolvidos.

Eis o que acontece quando a agricultura industrial americano colide com os pobres, agricultores de subsistência sem instrução no mundo em desenvolvimento. É trágico, e chega a ser criminal, que uma empresa se aproveiea duma população vulnerável para o seu próprio ganho, tendo como resultado a fome, o empobrecimento contínuo, ou a perda da terra e dum estilo de vida de pobre.


Talvez Gates ache que está a fazer algo de bom para o mundo com sua defesa da biotecnologia e da agricultura industrial. Sem dúvida que todos os executivos da Monsanto e outras empresas de biotecnologia e química assim o dirão. Em vez disso ele deveria ouvir os 400 cientistas que durante três anos realizaram um dos estudos mais completo de agronomia, ciência e tecnologia da história do mundo, o relatório do IAASTD. O relatório reforçou o potencial e a necessidade de a agricultura convencional ser substituida pela agricultura ecológica, aquela a que muitos de nós chamamos biológica.


Noticia no hunfington post
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