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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Petição por uma política agrária ecológica e justa para a UE



Slow Food Youth Network, em colaboração com outras organizações de juventude europeias, iniciou uma petição online por uma política agrária justa e ecológica para a União Europeia, que será entregue aos líderes da União Europeia em Junho na Conferência de Sustentabilidade Rio+20 da ONU.
A produção alimentar é uma preocupação que afecta cada um de nós. Com conversas multilaterais sobre desenvolvimento sustentável e produção de alimentos a ganhar destaque em Bruxelas e ao mais alto nível das Nações Unidas, é tempo de agir para que as nossas vozes sejam ouvidas. Devemos mostrar a nossa indignação pela influência indevida de poderosos lobbies e grupos comerciais no nosso sistema alimentar.

Como cidadãos com preocupações profundas sobre o nosso sistema alimentar actual e as suas muitas falhas, devemos exigir políticas que assentem na produção sustentável e nos jovens como os dois pilares do nosso sistema alimentar futuro.


Esta questão é muito importante para todos e juntos podemos fazer ouvir as nossas vozes e ter um impacto real no nosso sistema alimentar, no nosso ambiente e nas nossas comunidades locais.

Ajuda-nos a mobilizar os cidadãos da União Europeia a exigir um sistema de alimentação bom, limpo e justo, assinando a petição aqui.

Fonte: GAIA

terça-feira, 19 de abril de 2011

Petição pelas Sementes Livres foi entregue ao Parlamento Europeu





A petição assinada por 58.000 pessoas reivindica o direito de reproduzir, semear e trocar livremente as sementes de cultivo



Cerca de 50 organizações não governamentais, associações e grupos civicos vindos de toda a Europa concentraram-se ontem, 18 de Abril, em Bruxelas diante dos escritórios das multinacionais de sementes e o Parlamento Europeu para exigir o “livre acesso às sementes, o apoio à preservação da diversidade agrícola e a proibição das patentes sobre plantas”. Estas organizações, reunidas no movimento europeu “Campanha Europeia pelas Sementes Livres” entregaram as assinaturas recolhidas no âmbito da petição europeia pelas sementes livres à Comissão de Direitos Humanos do Parlamento Europeu.

A Campanha Europeia pelas Sementes Livres visa "conquistar, defender e promover o direito à criação própria de sementes", para proteger a diversidade de espécies agrícolas regionais, mas também os interesses dos pequenos agricultores e ainda para garantir a segurança e soberania alimentares de todos os povos.

Em Lisboa, os dinamizadores locais da campanha entregaram pelas 16 horas de ontem, uma cópia da petição à representação portuguesa da Comissão Europeia, no Largo Jean Monnet. No local foi representada a peça de teatro “se me mentes”.



10 empresas controlam 67% do mercado global de sementes

A Campanha pelas Sementes Livres denuncia a revisão em curso da legislação europeia em matéria de produção e comercialização de sementes.
Segundo os organizadores, esta revisão vai favorecer a crescente privatização das sementes agrícolas por uma dúzia de multinacionais, com graves consequências para horticultores e pequenos agricultores e para a segurança e autonomia alimentares, não só na Europa como em todo o mundo.
O mercado global de sementes comerciais é atualmente controlado em 67% por apenas dez empresas, denunciam os promotores da campanha, acrescentado que através da manipulação genética, as patentes e a cobrança de direitos para a reprodução de sementes estas empresas estão a condicionar a diversidade genética do planeta.
Os tratados internacionais e a legislação europeia já estão a favorecer fortemente as variedades de sementes industriais em detrimento das variedades tradicionais e da diversidade fitogenética conseguida com o trabalho de homens e mulheres agricultores ao longo de séculos.
A manifestação de ontem pretende travar a nova legislação a ser proposta pela Comissão Europeia em 2011, que vem restringir ainda mais a acção do agricultor, obrigando a burocracias que na prática vão inibir a reprodução de sementes tradicionais, alegam os que estão contra este predomínio.
A Campanha Europeia pelas Sementes Livres reclama ainda o livre acesso às sementes, o apoio à preservação da diversidade agrícola e a proibição das patentes sobre plantas. As sementes são um bem comum e vital e não devem ser entregues à exploração exclusiva da indústria agroalimentar.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Jornadas Internacionais de Acção 17 e 18 Abril - Sementes Livres




Junta-te à celebração do mundo rural tradicional e das sementes livres no dia 17 de Abril, em Lisboa, Cartaxo, Alentejo, Porto e Braga e participa no desfile pelas sementes livres no dia 18 de Abril!


Assina a petição europeia pelas sementes livres que será entregue ao Parlamento Europeu e Comissão Europeia no dia 18 de Abril! 

Ver o programa preliminar no site da Campanha: Jornadas Internacionais de Acção.


Para quê estas Jornadas Internacionais de Acção pelas Sementes Livres?
Nas últimas três décadas assistimos a uma enorme concentração no mercado das sementes, produtos alimentares, medicamentos e agro-químicos. Hoje as dez maiores empresas de sementes controlam 67% do mercado global. Através da manipulação genética, as patentes e a cobrança de direitos para a reprodução de sementes estas empresas estão a condicionar a diversidade genética do nosso planeta. Com o desaparecimento das pequenas empresas e agricultores estamos a perder a riqueza de sementes que precisamos para manter uma dieta e ecossistemas agrícolas saudáveis.


Em vez de proteger a nossa herança genética agrícola, apoiar os curadores das sementes e promover uma agricultura capaz de garantir a soberania alimentar dos povos do mundo, os governos e os tratados internacionais estão a favorecer o mercado das sementes protegidas por direitos intelectuais e a estrangular as iniciativas locais de preservação de sementes e conhecimentos tradicionais. Um exemplo recente desta tendência é a revisão em curso da legislação europeia sobre sementes que prevê regulamentações extremamente burocráticas que virão restringir significativamente a variedade de sementes tradicionais disponíveis no mercado.

Não é tarde demais para dizer BASTA! Um movimento cívico para proteger e expandir o vasto espólio de sementes regionais está a crescer por toda a Europa e no mundo, e exige que o direito de reproduzir sementes permaneça nas mãos dos pequenos horticultores e agricultores.

Nos dias 17 e 18 de Abril este movimento internacional vai celebrar a herança genética comum e mandar um recado inequívoco às instâncias europeias: As sementes são um bem comum e a base da vida, devem permanecer no foro público e sob condições algumas entregues para a exploração exclusiva da indústria de sementes.


Campanha pelas Sementes Livres em Portugal: www.sosementes.gaia.org.pt / sementeslivres@gaia.org.pt
Campanha Europeia pelas Sementes Livres: www.seed-sovereignty.org/PT

domingo, 3 de abril de 2011

Petição pelas Sementes Livres - não à privatização das sementes!



A Campanha pelas Sementes Livres é uma iniciativa europeia com núcleos na maioria dos Estados-Membros da União Europeia. Em Portugal a campanha é dinamizada entre outros pelo Campo Aberto, GAIA, Movimento Pró-Informação para Cidadania e Ambiente, Plataforma Transgénicos Fora e Quercus, para além de contar já com cerca de duas dezenas de subscritores.


Unindo cidadãos preocupados, agricultores, criadores independentes e organizações e associações sem fins lucrativos por toda a Europa, esta campanha visa inverter o rumo da agricultura na Europa, onde os modos de produção intensivos se sobrepõem cada vez mais à agricultura tradicional e de pequena escala e onde as variedades agrícolas e as próprias sementes, a base da vida, estão a ser retiradas da esfera comum e entregues nas mãos de multinacionais do agro-negócio. A expressão mais recente desta tendência é a legislação a ser proposta pela Comissão Europeia para restringir a livre reprodução e circulação de sementes, fechar variedades de plantas agrícolas anteriormente pertencendo ao bem comum em patentes e ilegalizar as variedades não registadas. A nova 'Lei das Sementes' visa retirar o papel de curador da semente ao agricultor, papel esse que desempenhou, com proveito para toda a humanidade, desde o nascimento da agricultura e da civilização há 10.000 anos!


Contactos da campanha: sementeslivres@gaia.org.pt | 910 631 664
Fontes: 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

As abelhas estão a desaparecer! E o Homem?...


As abelhas estão a morrer em todo o mundo, colocando em perigo a nossa cadeia alimentar“Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, ao Homem restam apenas quatro anos de vida” é uma frase atribuída a Albert Einstein, que explicou que sem abelhas, “não há polinização, não há plantas, não há animais, não há homem.”

Os cientistas culpam os agrotóxicos e quatro governos europeus já os proibiram. Se conseguirmos que os EUA e a União Europeia se unam à proibição, outros governos ao redor do mundo poderão seguir o exemplo e salvar da extinção milhares de abelhas.

  Reportagem do canal Arte, transmitido pelo Odisseia "ABELHAS EM CRISE"

O fornecimento de mel para os seres humanos depende de um só insecto: a abelha polinizadora. 
Esta espécie de himenópteros é a chave de uma indústria global que produz e transporta o mel como uma mercadoria por todo o planeta. De facto, a produção massiva não poderia existir sem este impressionante polinizador que actualmente é manipulado quase por completo pela mão humana. 
No entanto, durante os últimos oito anos, os colectores de mel avisam a população acerca do drástico e inesperado desaparecimento das suas abelhas. Este documentário que o Odisseia lhes apresenta analisará as consequências deste facto enquanto nem todos os cientistas ou governos entendem a verdadeira gravidade do problema. 
Calcula-se que grande parte dos alimentos humanos é polinizada pelos insectos, fundamentalmente pelas abelhas. Encontramo-nos perante a ameaça do maior desastre de fornecedores de alimentos? Que soluções existem?

A Avaaz lançou mais uma petição que conta já com 495 OOO pessoas que pede aos governantes dos EUA e UE que proibam agrotóxicos à base de neonicotinóide até que novos estudos científicos independentes comprovem que esta substância é segura. 

Silenciosamente, ao redor do mundo, bilhões de abelhas estão sendo mortas, ameaçando assim as nossas plantações e a segurança alimentar. Porém a proibição de um tipo de pesticida, poderia salvar as abelhas da extinção.

Desde que este veneno foi proibido em quatro países europeus, a população de abelhas já está a recuperar. Mas as empresas químicas estão a fazer um lobby forte para manter o seu pesticida letal no mercado. 
Um pedido mundial para baní-la nos EUA e na União Europeia, onde o debate é mais forte, poderá desencadear acções de outros governos em todo o mundo.

Vamos fazer um enorme zumbido global para banir este veneno perigoso dos EUA e da Europa, a não ser que hajam evidências de que ele seja seguro. 
Assine a petição para salvar as abelhas e as nossas plantações e encaminhe para todos os seus amigos:










quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A Iniciativa de Cidadãos Europeus definitivamente clarificada: a moratória sobre os OGM impõe-se




Critérios muito claros ...

Como funciona? Um "comité de cidadãos", composto por pessoas provenientes de pelo menos sete Estados-Membros, deve, antes de dar início à recolha de assinaturas, registar a iniciativa junto da Comissão Europeia. Depois de a Comissão fazer uma prévia verificação de admissibilidade, os organizadores podem lançar a iniciativa e começar a recolher as assinaturas. As declarações de apoio podem ser recolhidas em papel ou por via electrónica.

Cada iniciativa terá 12 meses para recolher um milhão de assinaturas, que devem provir de pelo menos um quarto dos Estados-Membros (actualmente, sete). O número mínimo de signatários por país varia de 74.250, na Alemanha, a 3.750, em Malta. No caso de Portugal, o número mínimo de signatários necessários para apoiar uma iniciativa será 16.500.

... perfeitamente preenchidos pela petição da Greenpeace  e Avaaz!

O voto do Parlamento confirma a legitimidade da iniciativa da Avaaz e Greenpeace, entregue à Comissão Europeia a 09 de dezembro. Esta primeira  ICE exige que se congele a aprovação de novas culturas geneticamente modificadas até que a avaliação dos riscos ambientais e de saúde tenha melhorado.





De acordo com as regras que foram aprovadas ontem, a iniciativa da Greenpeace e Avaaz, excede os requisitos mínimos em áreas-chave: mais de um milhão de assinaturas de todos os 27 Estados-Membros, as assinaturas foram recolhidas em menos de um ano, e as quotas por país foram atingidas em 12 países (cinco a mais que o mínimo exigido). Todas as assinaturas são verificáveis.

A Comissão Europeia não pode continuar a ignorar a opinião pública!

Se José Manuel Durão Barroso, considerou a iniciativa de cidadania "inadmissível" por questões de agenda , agora depois do voto do Parlamento, o presidente da Comissão não poderá negar a validade desta última.





Vários deputados europeus também confirmaram terça-feira que a iniciativa é admissível (ver artigo da AFP). "Seria incompreensível recomeçar a recolher um milhão de assinaturas", apoiou o liberal belga Guy Verhofstadt. "Seria inaceitável para aqueles que confiaram no Tratado de Lisboa", disse o líder dos socialistas, Martin Schulz.


Portanto, tem que haver uma moratória imediata sobre todas as aprovações de OGM, tal como e
xigem 
mais de um milhão de cidadãos europeus.












Tradução: ZLO



segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O Povo quer uma Europa Social



O Povo Europeu, há cerca de um ano, uniu-se e assinou uma petição contra os OGM e que seria depois entregue à Comissão Europeia...
Foram mais de 1 milhão de individuos que acreditam (ou pelo menos tentam!...), no sistema democrático.
Esta petição, era uma operação conjunta da Greenpeace e da Avaaz.

Aquando da confecção do Tratado de Lisboa, a nata politica europeia achou por bem de deixar uma janela "social" para que os cidadãos possam expressar a sua opinião. A esta pequena janela deram o nome de "Iniciativa de Cidadãos Europeus", que determinava que quando mais de 1.000.000 de cidadãos europeus se juntassem e assinassem uma petição a Comissão era obrigada a agir...

Pois bem, o que é que estes "senhores" fizeram quando o povo europeu conseguiu pela primeira vez atingir essa meta de um milhão de assinaturas?

AGIRAM!

Mas não da forma que possa estar a pensar... Andam nos bastidores a arranjar forma de alterar os textos que regulam a tal forma democrática de "Iniciativa de Cidadãos Europeus" para que não tenham que seguir o que o consumidor quer, isto é, estão a tentar dar a volta ao Povo Europeu!!!!



Felizmente que lá no meio destes "senhores", há sempre alguém que está lá realmente a trabalhar para nós o POVO!
Deixo-vos com o link de mais uma petição para ajudar os que lá estão a representar-nos, tentando impedir que alterem o que este tratado tinha de SOCIAL!


Petição AVAAZ: é tempo de uma democracia propulsionada pelas pessoas!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Acções Online - Participe



Quer ajudar? Acredita que juntos temos mais força? Então, com alguns cliques no seu computador pode apoiar e fazer a diferença. Abaixo apresentamos várias campanhas e petições de diferentes entidades que merecem realmente o seu tempo. Mesmo que só tenha uns minutos, contamos com a sua participação!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

AFP - Mais de um milhão de assinaturas para exigir a suspensão das autorizações de cultura de OGM

Eis a noticia, que os leitores deste blog tiveram a honra de lêr em primeira mão, e que (só) agora vem na Agência de Imprensa Francesa (AFP).




Mais de um milhão de cidadãos europeus assinaram uma petição pedindo a suspensão das licenças das colheitas e comercialização de organismos geneticamente modificados (OGM), anunciaram na terça-feira a Greenpeace e  o movimento da Avaaz que estão por trás desta iniciativa.
Lançado como parte da iniciativa de cidadania ", introduzido pelo Tratado de Lisboa em Dezembro de 2009 para permitir que os cidadãos" possam convidar a Comissão a propor novas leis ", esta petição visa suspender o processo de aprovação de OGM.
A petição solicita José Manuel Durão Barroso, para que implemente "uma moratória sobre a introdução de culturas GM na Europa e estabelecer uma organização ética e científica independente para realizar pesquisas sobre o impacto dos OGM e determinar a sua regulamentação" . (Ou seja uma alternativa à AESA!)
Mas a Greenpeace está um passo à frente ", lamenta a Comissão. Uma étapa importante tem ainda que ser ultrpassada: a adopção de um regulamento que estabeleça as regras e os procedimentos da iniciativa dos cidadãos. 
A Comissão fez uma proposta. Ela chegou a um acordo político com os Estados, mas ainda não foi aprovado pelo Parlamento Europeu. 
Legalmente, a petição não é uma iniciativa de verdadeiros cidadãos, reconheceu o deputado verde alemão Gerald Hafner. Tudo depende agora de Durão Barroso. "Ele pode decidir que esta petição não seja admissível ", disse Hafner. Mas seria politicamente difícil de vender.


Não podemos ignorar mais de um milhão de assinaturas!


Fonte: AFP

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

1 milhão! - Petição da Avaaz: Factos sim. Plantações não!




Alcançàmos a meta de 1 milhão! Graças a todos os que participaram nesta petição extraordinária! Ela será entregue à Comissão Europeia dentro em breve e o nosso pedido de moratória será registado. Aguarde por mais novidades.
Graças à nova iniciativa que permite que 1 milhão de cidadãos europeus tenham a oportunidade de fazer pedidos oficiais à Comissão Europeia. Conseguimos unir um milhão de vozes para proibir os OGMs até que pesquisas independentes sejam feitas. Se no assinou faça-o aqui e divulgue! Já agora quantos mais nomes, mais forte será o nosso apelo...vamos chegar aos 1,500,000?!...
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